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Por que a autoeficácia é tão importante para sua vida pessoal e profissional

Por Redação   | 

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Você sabe o que é autoeficácia?

Ela é um dos aspectos que mais influencia o trabalho de um profissional em qualquer empresa, uma vez que age diretamente na maneira como as pessoas se veem e como se relacionam com as próprias capacidades.

Juntamente com a autoestima, é preciso saber como desenvolver a autoeficácia para alcançar grandes realizações a níveis profissionais e pessoais.

A seguir, você vai aprender como desenvolver sua autoeficácia. Confira:

  1. Qual a importância da autoeficácia
  2. O que é a baixa autoeficácia
  3. As 4 fontes de autoeficácia
    3.1 Experiências individuais prévias
    3.2 Experiências observacionais
    3.3 Incentivo e motivação social
    3.4 Redução de reações de estresse e alteração do estado emocional negativo
  4. Como desenvolver a autoeficácia no seu dia a dia

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Qual a importância da autoeficácia

A autoeficácia é uma característica que nos estimula a alcançar um objetivo, a obter resultados cada vez melhores e a atingir a alta performance. É ela que nos faz acreditar na nossa capacidade de realizar metas. É o julgamento que cada um de nós faz da nossa própria capacidade de realizar certas ações.

É importante entender esse conceito porque ele é muito confundido com autoestima ou autoconfiança, mas são traços bastante diferentes.

O foco da autoeficácia está na capacidade de performance em vez de ter uma preocupação maior com características psicológicas ou aparência física.

Desenvolver a autoeficácia é importante porque, com ela, é possível:

  • Aumentar a autoconfiança;
  • Encarar os desafios como oportunidades de crescimento;
  • Aumentar a satisfação com a vida e o bem-estar;
  • Lidar melhor com síndromes comuns no meio corporativo, como a síndrome do impostor e a síndrome de Hulk;
  • Equilibrar o emocional ao lidar com adversidades;
  • Diminuir os níveis de estresse, depressão e ansiedade.

O que é a baixa autoeficácia

Ter uma baixa autoeficácia significa ter um baixo autoconceito de si mesmo e acabar se conformando com tudo o que encontrar pelo caminho.

É como se a pessoa ligasse o piloto automático da vida dela e não tivesse mais a pretensão de alcançar outros objetivos por não se considerar capaz.

É importante conhecer esse outro lado do conceito porque, se estivermos nesse ponto, significa que o nosso crescimento pessoal está estagnado. Isso pode indicar que não estamos felizes e que entendemos que motivação é uma palavra que não faz parte do nosso vocabulário.

As 4 fontes de autoeficácia

Agora que você já entendeu o conceito e a importância, precisa descobrir como a autoeficácia pode ser alcançada.

Confira as fontes de autoeficácia a seguir.

1. Experiências individuais prévias

Uma das maneiras mais eficientes para desenvolver um senso de eficácia forte é por meio de todas as experiências vividas.

Qualquer conquista alcançada previamente tem um grande poder de influenciar positivamente na confiança e na autoeficácia.

O inverso, porém, também é verdadeiro — o que significa que os fracassos vivenciados por nós mesmos têm a capacidade de comprometer nossa autoeficácia, principalmente se eles acontecerem antes dela ter sido estabelecida.

Desenvolver um senso de resiliência em relação à autoeficácia requer muita experiência em superar obstáculos e isso só é possível alcançar por meio de um esforço permanente.

Uma boa estratégia é sempre se lembrar das conquistas anteriores e ter um cuidado especial para não valorizar alguma limitação pessoal ou fracasso em excesso.

2. Experiências observacionais

Uma aprendizagem por meio da observação acontece tanto pelo estudo do comportamento quanto da análise da atuação de outras pessoas.

Observar que o sucesso dos outros foi alcançado pelos próprios esforços aumenta a nossa autoeficácia. Seria como um pensamento de “se aquela pessoa pode, eu também posso”.

Mais uma vez, o contrário também pode acontecer nesse cenário se a pessoa observada tiver algum tipo de insucesso.

Então, observar pessoas que são semelhantes a nós aumenta a crença de que também somos capazes de realizar a tarefa em questão e alcançar o mesmo nível de sucesso — ou pelo menos semelhante.

3. Incentivo e motivação social

Mesmo que possa ser considerada por muitos como uma fonte mais fraca de eficácia, a persuasão ainda é uma técnica utilizada regularmente.

As pessoas que são convencidas verbalmente de que conseguem realizar determinadas tarefas se tornam mais suscetíveis a se esforçar mais e a se manterem motivadas, mesmo quando problemas surgem no meio do caminho.

Conforme a persuasão aumenta em determinada característica ou situação, o esforço da pessoa cresce na mesma proporção para que o sucesso seja atingido. Ou seja, todo esse movimento promove o desenvolvimento de uma nova habilidade e a percepção da autoeficácia em si.

Isso significa que todo tipo de feedback, seja ele negativo ou positivo, tem uma grande influência no encorajamento ou no desestímulo do indivíduo em questão.

Por isso, é importante dar uma atenção especial para todos os feedbacks que você receber, já que eles podem ser uma poderosa fonte de motivação.

4. Redução de reações de estresse e alteração do estado emocional negativo

Alguns parâmetros fisiológicos são capazes de exercer um papel importante na autoeficácia. Situações de tensão e estresse, por exemplo, são vistas como um grande sinal de vulnerabilidade — o que contribui para um mau desempenho.

Isso porque algumas respostas emocionais que geram implicações físicas podem ser associadas à dor, medo ou mal-estar, fazendo o indivíduo sentir-se incapaz.

O humor em si também pode afetar o julgamento de uma pessoa sobre a sua própria eficácia. Enquanto a motivação ou a animação aumentam a autoeficácia percebida, o desânimo diminui essa percepção.

Sendo assim, a diminuição desses sentimentos bloqueadores pode ter um efeito positivo sobre a eficácia e na atuação da pessoa em questão diante desses cenários.

Como desenvolver a autoeficácia no seu dia a dia

Uma das melhores maneiras de desenvolver a autoeficácia no dia a dia é avaliar a sua própria capacidade em algo que tenha feito, mas de forma otimista — o modelo Big Five pode ajudar. É avaliar o quanto você foi capaz nesse processo, quais foram as suas potencialidades e, claro, quais foram as suas dificuldades para que você possa melhorar com elas.

Outra forma é selecionar recursos, sejam eles pessoais ou materiais que ajudem você a alcançar os seus objetivos.

Você pode fazer isso por meio de um programa de aceleração de carreiras, como o da Pós +Carreira EAD UCPel.

A cada 3 meses de curso, você conquista um novo certificado e adiciona novas qualificações para seu currículo e para sua vida pessoal.

Por fim, você precisa entender que todas as pessoas estão em constante desenvolvimento. Por isso, precisa ser gentil consigo mesmo no processo de trabalhar sua autoeficácia.

Reflita sobre as suas habilidades, motivações, expectativas pessoais e lembre-se de tudo o que já conquistou até aqui, mas de uma maneira muito respeitosa.


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